quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Menos rótulos por favor!









Assista ao vídeo!

   


  Vivemos na sociedade do estereótipo, com uma receita pronta de como ser uma pessoa interessante (invista em sua beleza e no seu status), onde se valoriza o ter no lugar do ser.
   Há um tempo atrás, fiquei diante dessa campanha (vídeo acima), e me coloquei a pensar em qual é o destino da humanidade, que insiste em viver de pré-julgamentos, e se basear nas aparências. Hoje, com mais experiências vividas, vejo o quanto ainda temos a caminhar. O quanto ainda temos a aprender a reconhecer o real valor das pessoas.
  É preciso aceitar que somos diferentes, apesar de cruzarmos muitas vezes os mesmos caminhos, de ouvirmos as mesmas músicas, de vermos os mesmos canais de televisão. E nessas diferenças e semelhanças nos tornamos imprevisíveis, nos tornamos especiais. 
   Dia desses estava com meus alunos discutindo sobre o Zelo, o que significava, e a importância de sermos zelosos uns com os outros. E aí resolvi fazer uma dinâmica em que cada um deveria pensar na seguinte frase: Quem eu sou faz a diferença. Juntos, fomos capazes de perceber o quanto somos especiais, e o quanto podemos notar as qualidades por trás de cada um, porque buscamos a essência da pessoa e não o que a sua aparência nos dizia.
 Por isso que afirmo, quando as luzes (olhos) estão às escuras procuramos conhecer melhor as pessoas,
 e assim, podemos valorizar o que realmente importa. Me proponho, e porque não dizer, se proponha também, a apagar as luzes do preconceito, dos julgamentos, da necessidade de achar que conhece as pessoas pela aparência. Vamos nos permitir mais, vamos nos ouvir mais, vamos sentir mais. Que a beleza exterior não seja requisito de extrema importância, que a condição financeira não seja o primordial...Tiremos os nossos rótulos...nos preocupemos com algo chamado de conteúdo!


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